Tradução

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Cruz credo

Descer da cruz
Da vida cruces
Libertas
Quae sera tamem 
Em qualquer língua
Do credo
Do medo
Da morte
Do outro
De mim
De ti
De nós
Rio
Rimos
Sem rimas
Experimenta
E verás
Veremos
Tudo muda
Até a dor

6 bilhões de outros

Yann Arthus-Bertrand
A Terra vista do céu. E o que se vê : muita coisa, sobretudo os bandos, a incessante territorialização - desterritorialização dos bichos, das gentes.  Nomadismo.


Reterritorialização. Fotógrafo e equipe descem e falam com o outro. 6 bilhões de outros. Todos nós. O povo.   Agora e até 10 de julho,  as tendas estão no MASP. Perguntas banais? Difíceis respostas... Você é feliz? O que é o amor?  A outra aqui vai lá.



quinta-feira, 21 de abril de 2011

Pra começar

Duas amigas, duas línguas, duas cidades, dois países... Multidão. Um só blog!  E aí Maud, vamos começar? 

Começo pelas coisas que mais gosto na França. Você sabe.... tanta coisa. VOCÊ, MAUD. ARTAUD. BAUDELAIRE. DELEUZE. GUATTARI. BACHELARD. LA CHANSON FRANCAISE. PARIS. O RIO SENA. O BUTÔ DA CARLOTA IKEDA. OS IMIGRANTES. OS FRANCESES. A LÍNGUA. A MARSELHESA. RIMBAUD. DU PAIN. CAFÉ.....

Gosto de tudo da França? Tem coisa que eu não gosto, mas deixa pra lá, coisas da política atual. Seis guerras...


 Começo pra valer. E é pelo MICHAUX.  

"Escrevo para me percorrer".

Michaux pinta demais, desenha demais,  poeta demais, viaja demais. Sofre bonito, escavando.

"Henri Michaux já deu o recado: conhecimento através dos abismos." Roberto  Piva

Nasceu na Bélgica? Mas isso não importa . Viveu na França, naturalizou-se francês, andou no mundo, inclusive na América do Sul, na China etc.  Importa mesmo sua escrita, seja na poesia-prosa, no desenho, na pintura. Este vídeo dá uma idéia.


Se quer mais, leia:  Imagens do corpo em Henri Michaux , Luciana Pereira Sobrinho, com belissíma análise da poesia. No apêndice,  poemas em francês e português.